quinta-feira, 5 de abril de 2012


Glossário

A

Acrónimo: palavra que resulta da junção de letras ou sílabas iniciais de um grupo de palavras, sendo pronunciada como uma palavra corrente.

Afixação: segundo a sua posição, a afixação ode designar-se prefixação, sufixação ou parassíntese.

Amálgama: palavra resultante da junção de partes de duas ou mais palavras.

C

Composição: recorre à associação de duas ou mais formas de base.

Composição morfológica: processo que associa dois ou mais radicais ou um radical a uma palavra. Entre os radicais ou entre o radical e a palavra ocorre geralmente uma vogal de ligação. Combina formas de base das quais algumas não podem ser integradas (sozinhas) numa frase.

Composição morfossintática: processo que associa duas ou mais palavras. Combina palavras que podem integrar sozinhas frases.

Conversão: consiste na mudança de classe de uma palavra, sem que haja alteração da forma.

D

Derivação: processo que combina numa nova palavra uma só forma de base. Pode envolver ou não a adição de afixos (constituinte que surge associado a uma forma de base. Pode ser colocado à esquerda ou à direita).

Derivação não afixa (conversão): consiste na formação de nomes a partir de verbos.

E

Empréstimo: palavra estrangeira adotada por uma língua.

Entrevista: é uma técnica de comunicação que apresenta diversas modalidades, consoante os domínios e os objetivos a que a sua utilização se destina. Pode ser a entrevista para difusão radiofónica e televisiva; entrevista utilizada no domínio socioprofissional ou utilizada em instrumento de investigação. O principal objetivo da entrevista é recolher informações e opiniões sobre determinados temas ou transmitir um certo retrato de um indivíduo.

Extensão semântica: uma palavra existente adquire um novo significado.

M

Modificador: (adjunto do grupo verbal) admite a sua eliminação do predicado, sem implicações para a realização significativa e completa do núcleo verbal.

Morfologia: disciplina da linguística que descreve e analisa a estrutura das palavras e os processos morfológicos de variação e de formação das palavras.

O

Onomatopeia: palavra criada por imitação de um som produzido por objetos, animais, fenómenos naturais.

Oração finita: é a que no grupo contém uma forma verbal finita que ocorre no verbo principal (excluindo as formas de infinitivo, gerúndio e particípio).

Oração não finita: tem como núcleo uma forma verbal de infinitivo, de gerúndio ou de particípio. Chamam-se infinitivas, gerundivais ou participais.

P

Palavra: é a unidade lexical com som e significado, pertence a determinada classe. É a unidade máxima da morfologia e tem como constituintes o tema e os sufixos de flexão.

Palavra complexa: formada pelo constituinte temático, mais sufixos de flexão, mais constituinte morfológico. Pode ser por derivação ou composição.

Palavras simples: formada por um só constituinte morfológico, pelo constituinte temático e pelos sufixos de flexão.

Pragmática: é a disciplina que estuda a língua do ponto de vista da intenção comunicativa dos interlocutores e do contexto em que se desenrola a comunicação.

S

Sigla: palavra que resulta da redução de um grupo de palavras às suas iniciais, pronunciando-se letra a letra.

T

Textos do domínio transacional: são textos que têm como objetivo satisfazer algumas necessidades de comunicação burocrática e administrativa e que se utilizam principalmente em serviço.

Truncação: processo que resulta na criação de palavras a partir do apagamento de parte da palavra de que deriva.


quarta-feira, 4 de abril de 2012

Ficha de Leitura Nº2


AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE VILA COVA

ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DE VILA COVA

Ano letivo 2011/12



Ficha de leitura – 10.ºano


Tópicos de realização
Período de leitura: 2º Período

Nome do escritor(a): Åsa Larsson

Título da obra: Sangue Derramado

Editor: Planeta

Local e data de edição: 1ª edição – Setembro de 2011

Informações sobre o escritor/a:
Åsa Larsson nasceu em Kiruna em 1966. Estudou Direito e, tal como a sua personagem Rebecka Martinsson, exerceu durante uns tempos como advogada de direito fiscal. Em 2003 publicou o romance Aurora Boreal, e foi-lhe atribuído o Prémio da Associação de Escritores Suecos de Romance Policial para o Melhor Primeiro Romance, sendo adaptado ao cinema.  Sangue Derramado também foi galardoado com o Prémio para o Melhor Romance Policial Sueco. Os seus livros têm sido um êxito imediato, obtendo o elogio da crítica e dos leitores nos vários países.
Bibliografia do escritor/a:
§  2003 - Aurora boreal
§  2004 - Sangue derramado
§  2006 - O caminho escuro
§  2008 - Quando você passar a sua raiva
§  2009 – Braço forte de Deus
 
Resumo da obra:
Esta história começa quando a zeladora da paróquia de Jukkasjarvi, Pia Svonni, decide ir até à igreja para fazer um arranjo de flores para o casamento que se viria a realizar no dia seguinte. Quando chega há igreja apercebe-se de que a porta está aberta. Decide entrar e quando entrou caminhou até ao altar, voltou-se deparou-se com dois pés suspensos no coro. Pensou que alguém se tinha enforcado, mas sim que se tratava de um violento homicídio, e que a vítima era a pastora da aldeia Mildred Nilsson.
Passados três meses o procurador manda chamar Sven-Erik, inspetor da polícia para investigar o homicídio. Juntamente com Anna Maria e o procurador, Sven-Erik Analisa a cena do crime e os ferimentos da vítima. Chegam a pensar que pode ser o mesmo assassino que matou Viktor Strandgard, mas depois lembram-se que ele já está morto. Vão continuando a procurar até encontrar o assassino.Excertos: 
“Anna-Maria assentiu e voltou a fixar o olhar no expediente. Semicerrou os olhos ao chegar ao relatório da autópsia e ao parecer de Pohjanen, o médico-chefe.
- Ficou bem maltratada – disse. - «Afundamento craniano…fractura craniana múltipla…contusões cerebral abaixo das zonas do crânio afectadas…hemorragia entre as meninges…»
Apercebeu-se das caretas de desagrado e incómodo tanto no procurador como em Sven-Erik continuou a folhear o texto em silêncio.
Ou seja, violência grave pouco habitual. A maioria das feridas media uns três centímetros de comprimento com tecido conjuntivo nos bordos. O tecido estava desfeito. Mas havia uma ferida maior: «Marca alongada e arroxeada com inchaço na têmpora esquerda…a três centímetros por baixo e a dois diante do canal auditivo observa-se o limite posterior da ferida estampada…»
Ferida estampada? Que comentada o médico forense a esse respeito? Passou algumas páginas.
«…a ferida estampada e a ferida alongada lateral da têmpora esquerda levam-nos a pensar numa arma com uma forma semelhante à de um pé-de-cabra».
Sven-Erik prosseguiu a sua explicação:
- Depois da missa, a pastora trocou de roupa na sacristia fechou a igreja à chave e desceu até ao embarcadouro que se encontra junto ao museu local, onde tinha amarrado o seu barco. Foi aí que a atacaram. O assassino carregou a pastora de volta para a igreja. Abriu a porta e subiu com ela para o coro, atou-lhe uma corrente ao pescoço, prendeu a outra ponta no órgão e suspendeu-a no coro.
Um pouco mais tarde foi descoberta por uma das zeladoras. Apetecera-lhe descer à aldeia em bicicleta a fim de colher flores para a igreja. “  
Eu escolhi este excerto porque é quando Sven-Erik analisa as provas do crime juntamente com o procurador e com Anna-Maria."Comentário à obra: 
Esta obra é uma obra muito interessante, pois envolve ação e suspense e drama ao mesmo tempo. Eu recomendo esta obra pois é muito educativa. Espero que quem ler esta obra fique tão entusiasmado como eu fiquei.

Ficha de Leitura Nº1


AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE VILA COVA

ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DE VILA COVA

Ano letivo 2011/12

                                                      Ficha de leitura – 10.ºano
Tópicos de realização
Período de leitura: 1º Período
Nome do escritor(a): Teolinda Gersão
Título da obra: Histórias de Ver e Andar - Segurança
Editor: Dom Quixote
Local e data de edição: 1ª e 2ª edição 2002
Informações sobre o escritor/a:
Teolinda Gersão (Coimbra, 1940) é uma escritora e professora universitária portuguesa. Estudou Germanística e Anglística nas Universidades de Coimbra, Tuebingen e Berlim, foi Leitora de Português na Universidade Técnica de Berlim, docente na Faculdade de Letras de Lisboa e posteriormente professora catedrática da Lisboa, onde ensinou Literatura Alemã e Literatura Comparada até 1995. A partir dessa data passou a dedicar-se exclusivamente à literatura. Além da permanência de três anos na Alemanha viveu dois anos em São Paulo (reflexos dessa estada surgem em alguns textos de Os Guarda-Chuvas Cintilantes, 1984), e conheceu Moçambique, cuja capital, então Lourenço Marques, é o lugar onde decorre o romance de 1997 A Árvore das Palavras.
Bibliografia do escritor/a:
Bibliografia da autora:
  • Silêncio
  • Paisagem com Mulher e Mar ao Fundo (1982)
  • História do Homem na Gaiola e do Pássaro Encarnado
  • Os Guarda-Chuvas Cintilantes
  • O Cavalo de Sol (1984)
  • A Casa da Cabeça de Cavalo
  • A Árvore das Palavras
  • Os Teclados
  • Os Anjos
  • Histórias de Ver e Andar
  • O Mensageiro e Outras Histórias com Anjos
Resumo da obra

Esta história fala de um homem que fez uns exames para saber se tinha cancro e antes de saber o resultado fez um voto: o de doar um milhão de dólares a uma instituição de caridade, se o resultado fosse negativo. Até saber o resultado o homem andava muito em baixo, nunca queria falar com ninguém. Depois de saber que o resultado era negativo, o homem ficou muito mais feliz e voltou ao trabalho. Alguns meses depois começou a sonhar que caminhava e que o matavam. Consultou psicólogos mas não o ajudaram. Decidiu fazer uma viagem. Durante a viagem continuou a ter os mesmos sonhos. Começou a pensar em cumprir a promessa, mas depois achou que os sonhos não tinham relação nenhuma com a promessa (dinheiro), mas mesmo assim pensava em cumpri-la. No último dia das suas férias decidiu ir caminhar pela praia. Sentia-se em segurança, por causa dos seguranças que ali estavam. Mas, de repente, alguém o atacou com um cassetete. Quando olhou, pareceu-lhe que tinha sido o segurança que o tinha agredido. Mas já foi tarde. Já não teve tempo para saber.”
Excerto
“Na última noite em que ligou pareceu-lhe que o interlocutor não o acreditava, quando ele falava simplesmente em medo, tomava o que ele dizia como uma situação de facto e procurava levá-lo a encará-la de frente. O que em nada o ajudava, achou desligando com um gesto brusco: não queria ser confrontado com algo que não existia (Que ainda não existia?). Deixou de telefonar e tudo ficou mais difícil. Numa das noites bebeu quase uma garrafa de uísque. Na manhã seguinte sentiu-se tão mal que telefonou à secretária: Não iria ao escritório nessa manhã e não queria ser incomodado. Não, não precisava de nada, gritou-lhe, não o ouvira dizer que não queria ser incomodado? Ou estava surda?
Tinha as mãos a tremer quando leu o envelope. Negativo. Leu várias vezes a folha de papel, do princípio ao fim, como se não entendesse as palavras. Depois começou a rir, esfregando as mãos, meteu o envelope no bolso e foi tomar um uísque no bar da esquina. Era um homem novo quando reentrou no escritório.”

Comentário à obra
Esta história é baseada em histórias que acontecem no dia-a-dia. Na minha opinião esta história está muito bem construída pois tem muita caracterização do espaço e do tempo. Recomendo pois acho que quem ler este livro o vai achar muito interessante, tal como eu achei.


Proposta de correção do 4ºteste escrito de avaliação 12/3/2012

Português – 10º A

Parte I
Texto 1

1.1) A primeira parte corresponde às duas quadras e a segunda aos dois tercetos.

1.2) A primeira descreve a forma como o girassol acompanha a trajetória do Sol acima da linha do horizonte e a forma como esta flor é influenciada pela sua luz.

1.3)                                                                                                          

1.3.1. O interlocutor é a mulher amada, á qual se dirige através da apóstrofe “Meu Sol”.

1.3.2. Através da metáfora, o sujeito poético identifica-se com um girassol e á forma como este depende do Sol, tal como ele vive inteiramente na dependência do objeto do seu amor.

1.4)                   

1.4.1. O recurso aí presente é a hipérbole.

1.4.2. Através deste recurso, o sujeito poético hiperboliza a mulher amada, exagerando as suas qualidades e conferindo-lhe até o poder de “criar”.

1.5) Ao longo deste soneto, o sujeito poético identifica-se como o girassol “Uma admirável erva” e identifica a mulher amada com o Sol. Tal como o Sol faz florescer o girassol, também a amada do sujeito lírico alegra a sua “alma”. De igual modo, assim como o girassol “emurchece e se descora” quando o Sol se põe, também o sujeito, na ausência da mulher amada “se murcha e se consome em grão tormento”.

2) O Poema é um soneto, logo constituído por duas quadras e dois tercetos. Quanto á métrica, a medida do verso é decassilábica. O esquema rimático é ABBA ABBA CDE DEC, isto é, a rima é emparelhada e interpolada nas quadras e cruzada e interpolada nos tercetos.

Texto 2

1.1. a) NP; b) V c) F; d) V.


Parte II

1.1. a. A obra de Camões, que desempenha um papel importante no crescimento da língua portuguesa, relata as contradições do mundo complexo do seu tempo. (introduz uma oração subordinada adjetiva relativa explicativa).

b. A obra de Camões proporciona-nos um encontro com a nossa história porque a sua poesia foi utilizada, ao longo dos tempos, como bandeira e como símbolo nacional.
c. A poesia de Camões é dinâmica e, do ponto de vista cultural e artístico, densa e rica, logo a leitura da sua obra é um instrumento para abrirmos o presente e o futuro.
2. A) Um verbo auxiliar aspectual +preposição ”de”+ verbo infinitivo. B) Um verbo auxiliar modal +preposição “de” +verbo no infinitivo. C) Verbo copulativo.
3.

Frase com transitivo direto.
Na poesia de Camões encontramos a paixão individual e colectiva.
Frase com verbo transitivo indireto.
Camões oferece uma poesia para abrir o nosso presente e o nosso futuro.
Frase com verbo transitivo direto e indireto.
A poesia camoniana dá-nos a possibilidade de compreendermos o nosso mundo em mudança.
Frase com verbo transitivo predicativo.
Todos o consideram um grande poeta.

 Parte III
Na primeira quadra, o sujeito defende a tese de que tudo muda: os tempos, as vontades, o ser, a confiança, enfim, o mundo. Na segunda quadra, desenvolve a tese apresentada, reforçada pelo advérbio “continuamente”, colocado de forma a realçar precisamente a constância da mudança. Acrescenta, no entanto, os efeitos negativos da mudança: as mágoas e as saudades. No primeiro terceto, exemplifica a ideia desenvolvida. Recorre ao exemplo das estações do ano para mostrar como a inflexível passagem do tempo provoca efeitos nefasto no seu estado de espirito “em mim, converte em choro o doce canto”. O segundo terceto estabelece um contraste com o que é dito anteriormente, num contraste marcado pela conjunção copulativa “e”, que assume o mesmo valor um valor adversativo.
Não apresenta uma conclusão que confirme a tese defendida, acrescenta-lhe um novo elemento – nada muda como era costume, a própria mudança já não ocorre como antigamente. Apesar de fechar o soneto e não ser explorada, esta ideia reforça a tese inicial de que tudo muda, até a própria mudança.



Proposta de correção do 3ºteste escrito de avaliação 8/2/2012

Português – 10º A
Parte I
Texto A

1.       A: Texto breve que contém uma vertente de reflexão sobre o quotidiano, como mostram as considerações da cronista sobre as alterações urbanísticas de Cascais “Cascais está a abarrotar de edifícios… hotel em cima”.

B: A primeira fase da crónica ilustra bem a subjetividade que caracteriza a crónica, sendo exemplo também o discurso na primeira pessoa. A crítica perpassa toda a crónica, como por exemplo em “Até a casa do ex-rei de Itália é um hotel!”; “Mas, olhamos, olhamos e não estamos em Cascais”.

C: A confirmar a afirmação da sua enfermidade está o facto de a crónica ter sido publicada num jornal. Existem crónicas literárias que não têm como objetivo divulgar informação, mas refletir sobre acontecimentos dando conta da subjetividade do sujeito da enunciação e da sua forma de ver o mundo. Esta crónica embora não seja literária, aproxima-se da definição anterior pela descrição que a autora faz da sua vida em Cascais, das impressões que regista quando lá regressa.

D: A linguagem é simples, mas muito expressiva, particularmente nas passagens em que traduz grande emotividade, como é o caso do quarto parágrafo. A linguagem é informal, aproximando-se do literário pelo recurso a efeitos estéticos como sejam a comparação, a enumeração, a exclamação.

2.       Todo o primeiro parágrafo contém elementos biográficos. Outros elementos são, por exemplo, a referência o fim de um relacionamento.

3.       Nesta crónica, apesar do movimento que a caracteriza, existem omentos descritivos, como por exemplo, “A vila era luminosa, passeava-se pelas ruas, havia espaço para as pessoas.”

4.       A expressão dá conta de uma alteração dolorosa na sua vida – morte ou separação -, no entanto a expressão suaviza o acontecimento por meio de um eufemismo.

5.       A autora recorre àquele verso para expressar a ideia de que o que uns consideram “uma terra bonita”, cheia de melhoramentos poderá ser uma desilusão para outros por a acharem descaraterizada.

6.       Lugares

6.1.  Domínio frásico/interfrásico, mecanismo: conetores, pontuação. Domínio referencial, mecanismo: elipse.

7.1. Exemplo de referência deíctica pessoal: “E eu que me gabo de ser racional…”. Elementos que identificam o sujeito da enunciação. Referência deíctica temporal “Até ontem”. Coordenada temporal tendo por referência o momento da enunciação.

Texto B  

1.       Emissor Anne Frank; recetor Kitty, destinatário fictício, porque o diário é um texto de carácter intimista destinado a ser lido unicamente pelo sujeito da enunciação.

2.       A razão da excitação e impaciência prende-se com a possibilidade de a Turquia ter entrado na guerra contra a Alemanha nazi.

3.1. Expressões do texto que auxiliam à contextualização histórico política: “Afinal a Turquia ainda não entrou em guerra”; “O “Führer” de todos os germânicos falou…”.

3.2. O meio de comunicação fundamental durante a 2ªGuerra Mundial era o rádio.

3.3. A metáfora utilizada na expressão “teatro de marionetas” sugere a manipulação das notícias transmitidas durante a guerra.

Parte II

1.       a) As aldeias das quais os sul-americanos foram expulsos ficaram desertas.

b) O planeta inteiro que cada homem traz consigo é desigual.

c) O Europeu acorda todas as manhãs ao som do seu rádio que é japonês.

1.1. a) e b) Orações subordinadas adjetivas restritivas. c) e d) Orações subordinadas adjetivas explicativas.

 c) A floresta tropical de chuva, que é um ecossistema riquíssimo, é defendida pelos ecologistas.

d) O teixo, que anteriormente se pensava não ter utilidade, é precioso.

2. Cela (espaço) / sela (verbo selar ou assento); houve (existir) /ouve (verbo ouvir); Apreçar (saber preço) /apressar (acelerar); cheque (forma de pagamento) / xeque (lance de jogo de xadrez); Concerto (espetáculo) / conserto (arranjo); cinto (acessório de vestuário) / sinto (verbo sentir).